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‘Forbes’ defende reforma da Previdência e trabalho até os 65 anos no Brasil
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Daniel Buarque

‘Forbes’ defende reforma da Previdência e trabalho até os 65 anos no Brasil

O tom da reportagem da revista “Forbes” sobre a reforma da Previdência no Brasil parece misturar um tom de incredulidade com um toque de ironia: “Os brasileiros não trabalham após os 65 anos de idade, e ponto final”, diz.

Em um texto que trata a reforma proposta pelo governo de Michel Temer como necessária para o país, a publicação diz que a pressão pública está atrasando a mudança no sistema de aposentadorias, e indica que se ela for adiada até o fim do ano, os mercados vão perder a confiança que ainda têm no governo.

“Nos últimos 15 anos, as aposentadorias públicas cresceram de 3% para 7% do PIB, segundo a OCDE. Homens brasileiros tradicionalmente se aposentam aos 54 e mulheres aos 52, mais cedo do que mesmo os mais socialistas países europeus, que têm muito mais dinheiro do que o Brasil consegue sonhar”, diz.

A revista elenca problemas no sistema previdenciário brasileiro, especialmente o do setor público, que oferece maiores benefícios do que o privado. “Servidores públicos são conhecidos por receberem salários altos, especialmente os do sistema Judiciário”, diz.

Ainda em tom crítico, a reportagem compara o atual sistema brasileiro com o dos EUA. “A idade para a aposentadoria integral nos EUA é 65 anos, mas vai aumentar para 66 em 2020, 67 até 2028, e 68 até 2046, já que as pessoas estão vivendo mais tempo”, diz.

Segundo a “Forbes”, há três formas de resolver o “problema” da Previdência: aumentar a idade para a aposentadoria, cortar os benefícios ou aumentar os impostos.

A defesa da reforma pela “Forbes” lembra a abordagem de outra revista internacional de finanças, a “The Economist”, que em fevereiro publicou uma reportagem igualmente defendendo as mudanças na Previdência em um tom forte. “O país está perigosamente despreparado para o choque [do envelhecimento da população]”, dizia.

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Para mídia estrangeira, escândalo das carnes ameaça a economia brasileira
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Daniel Buarque

Mídia estrangeira diz que escândalo das carnes pode aprofundar crise no Brasil

Mais do que um simples “embaraço econômico”, como descreveu o presidente Michel Temer, o escândalo da produção de carnes do Brasil, revelado pela operação Carne Fraca, pode ampliar a crise econômica que já abala fortemente o país, segundo análises publicadas no resto do mundo.

As revelações de corrupção nos frigoríficos brasileiros se tornou o tema mais frequente a mencionar o Brasil no resto do mundo nos últimos dias. O escândalo afeta a imagem da indústria de alimentos do país, e pode ter um efeito de longo prazo, assim como a vaca louca teve na Inglaterra.

Após dar bastante atenção aos impactos políticos, de saúde e da corrupção relacionada aos desvios nos frigoríficos brasileiros, a imprensa internacional passou nesta semana a enfocar os possíveis efeitos do caso na economia do país.

“Carne suspeita ameaça atrapalhar a recuperação econômica do Brasil”, diz o título de uma reportagem publicada no site a revista de economia “Forbes”.

Segundo a publicação, o escândalo pode ser o maior desafio para a economia brasileira desde que a recessão teve início, dois anos atrás.

“As repercussões desta investigação continuam a aparecer. Na última semana, países em todo o mundo começaram a bloquear a importação de carne brasileira”, diz, descrevendo a indústria de carnes como um dos pilares da economia do país.

Mídia estrangeira diz que escândalo das carnes pode aprofundar crise no Brasil

A rede de TV CNN também percebeu os problemas do escândalo para o país. “O Brasil não tem descanso”, diz reportagem publicada em seu site. “Isso é a última coisa de que a economia brasileira precisava”, explicou um analista de mercados ouvido pela TV.

“O escândalo apareceu enquanto o Brasil ainda está em sua mais longa recessão na história, marcado por outros escândalos de corrupção, uma crise política e uma forte queda nos preços das commodities”, explica.

Segundo a revista “The Economist”, que vem apoiando as reformas propostas por Temer e apostado na recuperação do país, o escândalo faz com que investidores temam o embargo internacional contra carnes brasileiras.

Segundo a publicação, entretanto, a maior ameaçada não é apenas a economia nacional, mas as duas maiores empresas do ramo no país, a JBS e a BRF.

“As duas gigantes, assim como outros exportadores brasileiros, podem precisar baixar seus preços ou correm o risco de perder parcelas do mercado. É muito fácil sofrer com o estômago fraco dos governos estrangeiros para sustos alimentares”, diz.

Em artigo publicado no “Bloomberg View”, página de opinião da agência internacional de economia, o correspondente Mac Margolis assumiu a função de minimizar os problemas causados pelo escândalo. “Não jogue fora sua carne brasileira ainda”, diz o título do texto.

“Por mais que tenha o potencial de afetar a imagem e a economia do Brasil, que já estão sofrendo, a operação Carne Fraca pode acabar ajudando mais do que atrapalhando o país”, avalia.

A análise de Margolis se alinha a avaliações sobre os outros escândalos de corrupção do Brasil, indicando que em vez de mostrar a perdição do país, a investigação revela que há um movimento para tornar sua economia e sociedade mais transparentes e menos corruptas.

Segundo ele, o Brasil é um dos poucos países que tem inspetores dentro dos frigoríficos, e a investigação mostrou como o sistema de controle da indústria de carnes é “robusto”. Em vez de quebrar os frigoríficos e a economia nacional, o escândalo pode ajudar o Brasil a aprender com as revelações e repensar alguns dos seus protocolos.

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Deu na ‘Forbes’: Popularidade de Lula preocupa investidores estrangeiros
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Daniel Buarque

Deu na ‘Forbes’: Popularidade de Lula preocupa investidores estrangeiros

Enquanto o mercado internacional começa a apostar na recuperação rápida da economia brasileira após anos de recessão, muitos investidores do resto do mundo ainda têm uma preocupação: a alta popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma reportagem publicada no site da revista de economia “Forbes” diz que a chance de um retorno de Lula à Presidência nas eleições de 2018, reforçada por pesquisas de opinião recentes, gera tensão entre estes investidores.

“Uma nova Presidência de Lula seria marcada pelas lembranças de corrupção, má gestão e burocracia judicial ligadas ao governo Dilma. Uma vitória de Lula levaria a um aumento do risco Brasil. Ficaríamos definitivamente mais céticos”, diz o gestor de investimentos Mike Reynal, em entrevista à “Forbes”.

Segundo a revista, a volta do ex-presidente seria ruim para a economia, e um dos entrevistados chega a dizer que seria um “desastre”, que deixaria o mercado financeiro em pânico.

“Nos anos Lula, investidores assistiram a uma rápida expansão do papel do governo na economia”, diz, citando a Petrobras e escândalos de corrupção envolvendo estatais e empreiteiras.

Como contraponto, a “Forbes” diz que o mercado pode lidar com uma possível volta de Lula, desde que a economia volte a crescer. A revista ainda lembra da desconfiança que os mercados tinham em relação a Lula antes de ele ser eleito, o que acabou se revelando uma preocupação desnecessária.

“Na primeira vez o medo era em relação a política, o que acabou sendo um erro. Lula não se tornou um Hugo Chávez brasileiro. Mas muitos analistas no mercado agora o veem como uma versão mais raivosa de Dilma, sem dever nada aos centros industriais do Brasil, que têm cobrado sua prisão nos últimos 12 meses. Ninguém sabe exatamente se este seria o caso. Diga o que quiser sobre Lula, ele é um dos políticos mais habilidosos do Brasil”, diz.

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Imprensa estrangeira compara violência no Brasil à da guerra na Síria
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Daniel Buarque

Imprensa estrangeira compara violência no Brasil a guerra na Síria

Imprensa estrangeira compara violência no Brasil a guerra na Síria

A divulgação de dados sobre a violência e a criminalidade no Brasil levou a imprensa internacional a destacar uma comparação entre o número de mortes registrado no país e a mortalidade na Síria, país que vive uma grave guerra civil.

“Enquanto uma onda de crimes atinge o Brasil, número de mortes diárias supera os da Síria”, diz o título de reportagem da revista “Forbes”. “Brasil tem mais mortes violentas do que a Síria devastada pela guerra em 2015”, diz o jornal britânico “The Independent”, duas das principais reportagens sobre o tema na mídia internacional.

Apesar de reconhecer que a Síria é um país muito menor, com população de 22 milhões de pessoas, a publicação inglesa ressalta o grave problema da violência no Brasil.

“Apesar de ter caído desde 2014, a taxa de homicídios brasileira em 2015 chegou a 28,6 por 100 mil pessoas, muito mais do que a de 10 por 100 mil que as Nações Unidas consideram o limite da violência crônica”, diz o jornal.

Segundo as reportagens, as pressões econômicas estão entre os motivos para o registro de números tão problemáticos.

“Dois anos seguidos de recessão econômica levaram ao aumento dos crimes violentos”, diz a “Forbes”, que ressalta ainda que o número de pessoas feridas a bala cresceu 6% no ano.

A violência e a criminalidade estão entre os principais estereótipos internacionais associados ao Brasil. A divulgação dos dados e a comparação com um país em guerra ajudam a reforçar ainda mais a imagem de insegurança que o resto do mundo vê no país.

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‘Forbes’: Discurso da estudante Ana Júlia é o futuro da juventude do Brasil
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Daniel Buarque

'Forbes': Discurso da estudante Ana Júlia é o futuro da juventude do Brasil

‘Forbes’: Discurso da estudante Ana Júlia é o futuro da juventude do Brasil

O discurso da estudante secundarista Ana Júlia Ribeiro, de 16 anos, a deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Paraná se tornou notícia internacional. E notícia boa, segundo a revista de economia “Forbes”.

“Nas últimas 24 horas, o Brasil foi apresentado ao que muitos brasileiros acreditam que é a mais promissora voz ouvida em muitos anos”, diz reportagem publicada no site da revista.

Em texto que apresenta a movimentação de estudantes secundaristas em centenas de escolas do Paraná, a revista diz que o discurso surpreendeu o país.

“Ela proclama, ‘nossa bandeira é a educação, nossa única bandeira é a educação’, e defende que o controverso programa ‘escolas sem partido, que proíbe discurso político partidário na sala de aula, insulta os estudantes ao dizer a eles que eles não têm capacidade de pensar”, diz a reportagem.

A publicação narra a reação agressiva dos parlamentares paranaenses e defende a coragem da jovem estudante.

“É um jogo de força que faria muitos se encolherem, e é neste momento que a estrela de Ana Júlia brilha. a adolescente não tenta gritar mais alto do que o presidente da sessão. Ela não o desrespeita nem discute. Ao contrário, ela se mantém calma e lança a crítica mais forte. ‘Eu peço desculpa, mas o ECA nos diz que a responsabilidade pelos nossos adolescentes, dos nossos estudantes, é da sociedade, da família e do Estado’.”

Ao contextualizar a situação da educação no Brasil e no Paraná, a revista também lembra que um ano antes a polícia do Estado agiu com violência contra professores que realizavam protestos.

“Cenas de professores sendo espancados pela polícia criou ondas de choque pelo país e formou a base para o discurso de Ana Júlia”, explica.

Na época da repressão violenta contra professores, vários veículos de comunicação internacional noticiaram o caso, criticando a polícia e chamando a ação de truculenta e se referindo ao episódio como “batalha campal”.

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‘Forbes’: Mercado internacional comemora resultado da eleição no Brasil
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Daniel Buarque

'Forbes': Mercado internacional comemora resultado da eleição no Brasil

‘Forbes’: Mercado internacional comemora resultado da eleição no Brasil

O mercado internacional reagiu positivamente ao resultado das eleições municipais do Brasil, em que partidos tradicionais, e especialmente o PT, encolheram de forma marcante.

“Wall Street comemorou a retirada do Partido dos Trabalhadores de cargos públicos mais uma vez”, diz reportagem da revista americana de economia “Forbes”.

“Investidores queriam ver se o PT da presidente cassada Dilma Rousseff retornaria de forma surpreendente nas eleições municipais. Isso não aconteceu. Ao contrário, ele foi mandado embora, e o mercado reagiu alegremente”, diz a reportagem.

Apesar da reação positiva dos investidores estrangeiros com o encolhimento dos partidos de esquerda do Brasil, a “Forbes” indica que os novos administradores das cidades brasileiras terão grandes desafios à frente.

“Muitos governos locais brasileiros foram colocados sob estresse fiscal quando transferências do Estado e do governo federal começaram a cair nos últimos quatro anos”, explica.

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‘Forbes’: Corrupção e governo fazem Brasil ser menos competitivo no mundo
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Daniel Buarque

forbes compet

O Brasil é um país caro, diz uma reportagem da revista de economia “Forbes”, e a culpa, entre outros, é da corrupção.

Problemas estruturais, burocracia, impostos e um alto nível de corrupção justificam a queda do país no índice de competitividade global, explica.

O comentário tenta avaliar o fato de o Brasil ter caído seis posições no ranking anual que mede a competitividade de 138 países. O Brasil ocupa neste ano o 81º lugar.

“Os maiores problemas que contribuem para o Brasil perder a pequena competitividade que tem são os impostos, a corrupção, o governo e as leis trabalhistas”, diz a revista.

Trata-se do pior resultado para o país desde 2007, início do levantamento. O Brasil ficou atrás de países como Ruanda (52º), Sri Lanka (71º) e Irã (76º).

Desde 2012, o Brasil perdeu 33 posições no Relatório Global de Competitividade.

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Manutenção de programas sociais é motivo de otimismo, diz gestor americano
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Daniel Buarque

Manutenção de programas sociais é motivo de otimismo, diz gestor americano

Manutenção de programas sociais é motivo de otimismo, diz gestor americano

A manutenção dos programas sociais do Brasil e das investigações da Lava Jato são motivos para otimismo em relação ao Brasil após o impeachment de Dilma Rousseff e o início do governo Temer, segundo o especialista norte-americano em mercados emergentes Mark Mobius, da Franklin Templeton.

Em entrevista à revista de economia “Forbes”, ele avaliou a situação do Brasil e disse acreditar que o país tenha potencial de melhorar depois da saída de Dilma e as declarações iniciais de Temer.

“Acho que é uma boa notícia que eles tenham se comprometido em manter os programas sociais. Foi uma decisão política muito astuta. Sei que Temer não é muito popular, mas se prender a esses programas, como o Bolsa Família… isso é muito bom”, disse.

Mobius é um comentarista frequente na mídia internacional, e analisa a posição do Brasil no mercado global. Em março, quando crescia a possibilidade de impeachment de Dilma, Mobius avaliava que o mercado internacional estava excessivamente otimista com a possibilidade de Temer se tornar presidente. Nessa entrevista após a mudança de governo, ele parece mais otimista.

Segundo ele, é importante que, além de realizar ajustes fiscais, o governo mantenha a luta contra a corrupção.

“Se eles tentarem obstruir a Justiça, para mim, como investidor, seria um grande ponto negativo. Você olha para o mundo todo e vê que o Brasil está fazendo algo incrível quando se fala em transparência do governo”, disse.

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‘Forbes’: Fim da Olimpíada encerra megaeventos e vira adeus à era do PT
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Daniel Buarque

'Forbes': Brasil dá adeus a Olimpíada e já prepara despedida de Dilma

‘Forbes’: Brasil dá adeus a Olimpíada e já prepara despedida de Dilma

Com os fogos de artifício que encerraram os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no domingo, o Brasil se despede de duas eras de uma só vez. O país deixa para trás a era dos megaeventos esportivos e também a era do Partido dos Trabalhadores, segundo uma reportagem publicada no site da revista americana de economia “Forbes”.

“Esta semana marca o ato final da presidente Dilma Rousseff, a primeira mulher a presidir o país e a segunda chefe do Executivo a sofrer impeachment desde o fim da ditadura militar em 1985”, diz a publicação.

Segundo a reportagem, Dilma tem apenas 10% de conseguir uma mudanças surpreendente para se manter no poder, mas a probabilidade de isso acontecer é muito baixa.

“A saída de Dilma marca o fim de 14 anos de governo do Partido dos Trabalhadores, um partido de esquerda que muitos acreditam que ela ajudou destruir ao levá-lo ainda mais para a esquerda”, diz.

A revista explica que todo o processo de impeachment gera muita polarização no Brasil, e diz que desde o ano passado começaram os planos da oposição para tirá-la do poder.

“Vamos aceitar, todo impeachment é um julgamento político. O Senado é o juiz e o júri”, diz. “Em outras palavras, Dilma não tem chances.”

Então, complementa, a semana começa com o país dizendo adeus à Olimpíada e se preparando para se despedir também da presidente.

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Deu na ‘Forbes’: Mercado em Wall Street já superou crise política no Brasil
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Daniel Buarque

Deu na 'Forbes': Mercado em Wall Street já superou crise política no Brasil

Deu na ‘Forbes’: Mercado em Wall Street já superou crise política no Brasil

Depois de constatar que o Brasil parece ter atingido o “fundo do poço” e começado a recuperar sua economia, a revista de economia norte-americana “Forbes” diz, em reportagem, que o mercado financeiro em Wall Street já superou a crise política brasileira, o que indica maiores chances de recuperação da atração do país a investidores estrangeiros.

“O que está claro é que os investidores dos EUA superaram a crise política, mas não desconsideram totalmente a possibilidade de retorno da presidente afastada, Dilma Rousseff”, diz a revista.

Segundo a publicação, isso não significa, entretanto, que o mercado espere milagres do governo de Michel Temer, caso o impeachment seja oficializado.

A mudança de ânimo, segundo a “Forbes”, começou com a abertura do processo de impeachment, no fim do ano passado. Desde fevereiro começou a aumentar o interesse pelo mercado brasileiro, que começa a ganhar força novamente no exterior.

“O Brasil perdeu o grau de investimento no ano passado. Mas se o quadro fiscal melhorar, e a dívida pública parecer administrável, o Brasil vai voltar com força”, diz.

Em reportagem publicada durante a semana, a revista já via com bons olhos uma possível recuperação da economia brasileira. Depois de ver sua situação piorar mês após mês, o país finalmente começou a dar sinais menos negativos.

“A economia do Brasil foi de apocalíptica a apenas ruim”, diz o título do texto. “Os números estão se movendo na direção certa”, explicava.

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