Brasilianismo

Deu no ‘FT’: Religião vira negócio e desafia a crise econômica no Brasil

Daniel Buarque

Reportagem do 'Financial Times' sobre religião e economia no Brasil

Reportagem do 'Financial Times' sobre religião e economia no Brasil

Em meio à crise econômica e à recessão no Brasil, a religião se consolidou como ''um dos melhores negócios do país'', segundo uma reportagem publicada nesta semana pelo jornal de economia ''Financial Times''.

''Mesmo enquanto o país enfrenta sua mais profunda recessão em um quarto de século, o chamado 'mercado da fé' deve mais que dobrar e chegar a R$ 25 bilhões'', diz.

O jornal fala sobre a ascensão da Igreja Universal, e diz que ela arrecadou ''cerca de R$ 21 bilhões em 2011 em contribuições semanais, doações e emissão de cartões de crédito''.

''Em contraste com os ensinamentos cristãos tradicionais que defendem que a pobreza é uma virtude, as igrejas evangélicas do Brasil – especialmente as de movimentos neo-pentecostais como a Universal – promovem o consumismo e a riqueza material como sinais da graça de Deus'', diz o texto.

Segundo o ''Financial Times'', entretanto, o ''mercado da fé'' não se limita às igrejas evangélicas, e envolve, por exemplo, o turismo de milhões de católicos que visitam o santuário de Aparecida, em São Paulo.

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